Publicado por almeriobarros em 20 20UTC Julho 20UTC 2009
Regra no 2: Mantenha as coisas em um nível não letal. Paulo escreveu: ”Quando vocês ficarem irados, não pequem”. (Efésios 4:26 NVI).
O que as palavras de Paulo querem dizer?
Não permita que a sua ira aumente a ponto de fazer mal. Não utilize suas palavras como uma arma ou como um mecanismo de controle. Não há problema em expressar suas emoções de forma saudável, mas mantenha-as sob vigilância. O seu objetivo deve ser resolver o problema e fortalecer o relacionamento, e não expressar a sua opinião em alta voz e ferir o outro. Isto é fácil? Não. Você vai precisar de uma boa dose de graça para isto.
Palavras ditas com zombaria, sarcasmo, justiça própria ou com uma ‘indignação justa’ ferem as pessoas, muitas vezes de forma permanente. “A perversidade [da língua] quebranta o espírito”. (Provérbios 15:4 NKJV). “O espírito deprimido, quem o levantará?” (Provérbios 18:14 NVI). “A língua pode levar à morte” (Provérbios 15:4 NLT). As palavras ditas com ira, uma vez liberadas, podem: “Descer até o íntimo do homem” (ver Provérbios 26:22 NVI).
Suas palavras podem viver no coração e na lembrança de uma pessoa e irem com ela até o túmulo. Dizemos: “Não estou nem aí para o que falam a meu respeito”, mas não é verdade. Uma pessoa pode morrer por ter seu espírito esmagado, e aquela que pronunciou as palavras pode viver para lamentar o dano infligido e nunca ter a chance de desfazer isso. Por outro lado, se lidarmos bem com a nossa ira, não precisaremos nunca nos arrepender dela. Então, aprenda a diferença entre a ira que você sente e as palavras que você diz.
Se refletirmos sobre a nossa ira com atenção, ela pode revelar informações importantes sobre mudanças necessárias. Concentre-se nisso, e peça a Deus para lhe mostrar aquilo que precisa ser mudado no outro, e em você!
Almerio Barros.
Retirado do site www.palavraparahoje.com.br
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Publicado por almeriobarros em 20 20UTC Julho 20UTC 2009
Duas personalidades autoritárias em um mesmo relacionamento são como dois rios que desembocam em um só; o impacto pode ser violento. A ira pode ser instantânea como um raio ou prolongada como o som de um trovão. Às vezes, batemos de frente e saímos machucados, outras, nos afastamos e abandonamos o relacionamento em silêncio. Mas se for tratada da forma correta, a ira não precisa ser destrutiva. Eis as regras de Deus para lidar com a sua ira.
Regra no. 1: Seja sincero. “Pare de mentir. Falemos a verdade… não peque, deixando que a ira o controle…” (Efésios 4:25-26 NLT).
Quando estiver furioso, não negue. A ira pode ser construtiva. Estamos certos se nos iramos quando pessoas são maltratadas e quando o que está errado não é corrigido. Dizer “Tenho andado aborrecido e, por valorizar o nosso relacionamento, gostaria de falar a respeito”, é honesto, não é ameaçador e é um convite a uma solução. Observe:
a) ignorar, sufocar, suprimir ou fingir que você não está irado é desonesto.
b) Outra forma de mentir quando estamos irados é o exagero. “Você nunca ouve o que eu digo”. “Você sempre ignora os meus desejos”. “Ninguém faz nada por aqui a não ser eu”. Essas generalizações são irreais e só servem para agravar e polarizar, garantindo que o verdadeiro problema continue oculto e sem solução.
c) Outra forma de mentira quando estamos irados é culparmos o outro. “Se você tivesse chegado na hora eu não precisaria reclamar”, ou “Se você parasse de reclamar tanto, talvez eu começasse a chegar na hora”. Culpar o outro é uma forma de fugirmos à nossa própria responsabilidade, enquanto apontamos o dedo para alguém. Isso chateia as pessoas, perpetua a sua própria ira e nunca produz o resultado desejado. O jeito de Deus é: “Cada um de vós fale a verdade”, e funciona quando fazemos isso em amor.
Almerio Barros.
Retirado do site www.palavraparahoje.com.br .
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